08 março 2013
TDAH e a Nutrição
O que é o TDAH?
O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.
Como a Nutrição pode ajudar?
Estudos recentes mostraram que distúrbios de aprendizado, autismo, TDAH, atraso no desenvolvimento, e hiperatividade tem uma correlação com sensibilidade ao glúten. A sensibilidade ao glúten é uma resposta imunológica exagerada a proteína de cereais como o trigo, centeio e a cevada em indivíduos geneticamente predispostos.
Diferente da doença Celíaca, que é uma doença inflamatória autoimune do intestino delgado, que apresenta como um dos sintomas: diarréia, distensão e dor abdominal, a sensibilidade ao glúten pode atingir qualquer outro órgão sem necessariamente comprometer o intestino.
O consumo exagerado de pães, massas seria o gatilho para essas doenças neurológicas.
Ao ingerir esses produtos as enzimas digestivas entram em ação para promover a quebra e absorção, porém essas moléculas são muito grandes, não sendo totalmente digeridas e alguns pedaços dessas moléculas ultrapassam a barreira intestinal, principalmente onde há uma permeabilidade alterada, e ao atingir a corrente sangüínea ela é identificada como "invasora" ativando os antígenos-anticorpo formando um complexo. Esse complexo pode se depositar no sistema nervoso causando sintomas psiquiátricos, cognitivos e de comportamento.
A retirada do glúten da dieta alivia os sintomas de um número significativo de pacientes.
Além do tratamento com medicamento é necessário avaliação de sensibilidade do glúten, além de manter uma mucosa intestinal saudável e avaliar outras deficiências nutricionais.
Fontes:
ABDA - Associação Brasileira do Déficit de Atenção
VP - Nutrição Funcional
Livro: Autismo Esperança pela Nutrição. Autora: Claudia Marcelino
Associação de Atenção e hiperavtividade (TDAH) e Doença Celíaca: um breve relatório
Alcebra/RJ
06 março 2013
Trangênicos
O que são Trangênicos?
Os organismos geneticamente modificados (OGMs), ou transgênicos, são aqueles que tiveram genes estranhos, de qualquer outro ser vivo, inseridos em seu código genético. O processo consiste na transferência de um ou mais genes responsáveis por determinada característica num organismo para outro organismo ao qual se pretende incorporar esta característica.
Pode-se, com essa tecnologia, inserir genes de porcos em seres humanos, de vírus ou bactérias em milho e assim por diante.
Quase todos os países da Europa têm rejeitado os produtos transgênicos. Devido à pressão de grupos ambientalistas e da população, os governos europeus proibiram sua comercialização e seu cultivo (quase 80% dos europeus não querem consumir transgênicos).
As sementes transgênicas são patenteadas pelas empresas que as desenvolveram. Quando o agricultor compra essas sementes, ele assina um contrato que o proíbe de replantá-las no ano seguinte (prática de guardar sementes, tradicional da agricultura), comercializá-las, trocá-las ou passá-las adiante.
Os EUA, o Brasil e a Argentina concentram 80% da produção mundial de soja, na sua maioria exportada para a Europa e para o Japão. Estes mercados consumidores têm visto no Brasil a única opção para a compra de grãos não transgênicos.
São enormes as pressões que vêm sendo feitas sobre o governo brasileiro pelo lobby das indústrias e dos governos americano e argentino e sobre os agricultores brasileiros, através de intensa propaganda da indústria, para que os transgênicos sejam liberados e cultivados.
Ainda não existem normas apropriadas para avaliar os efeitos dos transgênicos na saúde do consumidor e no meio ambiente e há sérios indícios de que eles sejam prejudiciais. Os próprios médicos e cientistas ainda têm muitas dúvidas e divergências quanto aos riscos dessas espécies. Não existe um só estudo, no mundo inteiro, que prove que eles sejam seguros.
Os produtos contendo transgênicos que estão nas prateleiras de alguns supermercados não são rotulados para que o consumidor possa exercer o seu direito de escolha.
Quase todos os países da Europa têm rejeitado os produtos transgênicos. Devido à pressão de grupos ambientalistas e da população, os governos europeus proibiram sua comercialização e seu cultivo (quase 80% dos europeus não querem consumir transgênicos).
As sementes transgênicas são patenteadas pelas empresas que as desenvolveram. Quando o agricultor compra essas sementes, ele assina um contrato que o proíbe de replantá-las no ano seguinte (prática de guardar sementes, tradicional da agricultura), comercializá-las, trocá-las ou passá-las adiante.
Os EUA, o Brasil e a Argentina concentram 80% da produção mundial de soja, na sua maioria exportada para a Europa e para o Japão. Estes mercados consumidores têm visto no Brasil a única opção para a compra de grãos não transgênicos.
São enormes as pressões que vêm sendo feitas sobre o governo brasileiro pelo lobby das indústrias e dos governos americano e argentino e sobre os agricultores brasileiros, através de intensa propaganda da indústria, para que os transgênicos sejam liberados e cultivados.
Ainda não existem normas apropriadas para avaliar os efeitos dos transgênicos na saúde do consumidor e no meio ambiente e há sérios indícios de que eles sejam prejudiciais. Os próprios médicos e cientistas ainda têm muitas dúvidas e divergências quanto aos riscos dessas espécies. Não existe um só estudo, no mundo inteiro, que prove que eles sejam seguros.
Os produtos contendo transgênicos que estão nas prateleiras de alguns supermercados não são rotulados para que o consumidor possa exercer o seu direito de escolha.
A Campanha "Por um Brasil Livre de Transgênicos"
Os transgênicos ainda estão proibidos no Brasil e o tema ganha dimensão nacional e interesse popular graças às ações das ONGs.
A Campanha Por Um Brasil Livre de Transgênicos foi criada por um grupo de organizações não governamentais (ONGs) preocupadas com as conseqüências que o uso dos transgênicos pode trazer para nossa saúde, para o meio-ambiente e para a economia do País.
Queremos que antes que se tome uma decisão sobre o cultivo, a comercialização e o consumo de transgênicos no Brasil, sejam feitas pesquisas por instituições científicas de comprovada competência e independência, que assegurem que os transgênicos não são prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.
Ao mesmo tempo, queremos que sejam realizadas pesquisas e que haja incentivos para desenvolver a agroecologia - uma agricultura que respeite o meio ambiente e leve em consideração as condições sociais do setor.
Queremos que antes que se tome uma decisão sobre o cultivo, a comercialização e o consumo de transgênicos no Brasil, sejam feitas pesquisas por instituições científicas de comprovada competência e independência, que assegurem que os transgênicos não são prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.
Ao mesmo tempo, queremos que sejam realizadas pesquisas e que haja incentivos para desenvolver a agroecologia - uma agricultura que respeite o meio ambiente e leve em consideração as condições sociais do setor.
Fonte:
Marcadores:
Blog,
Sem Aditivos Químicos,
Trangênicos
26 fevereiro 2013
Rótulos de Alimentos II
Dando continuidade ao tema sobre rótulos dos alimentos, vamos falar mais um pouco sobre a Tabela Nutricional.
Quais as informações obrigatórias da Tabela Nutricional:
✓Porção: É a quantidade média do alimento que deve ser usualmente consumida por pessoas sadias a cada vez que o alimento é consumido, promovendo a alimentação saudável.
✓Medida Caseira: Indica a medida normalmente utilizada pelo consumidor para medir alimentos.
Por exemplo: fatias, unidades, pote, xícaras, copos, colheres de sopa.
✓%VD: Precentual de Valores Diários (%VD) é um número em percentualque indica o quanto o produto em questão apresenta de energia e nutrientes em relação a uma dieta 2000 calorias.
Quais os itens que encontramos na Tabela Nutricional:
✓Valor Energético: É a energia produzida pelo nosso corpo proveniente dos carboidratos, proteínas e gorduras totais. Na rotulagem nutricional o valor energético é expresso em forma de quilocalorias (kcal) e quilojoules (kJ).
Obs: Quilojoules (kJ) é outra forma de medir o valor energético dos alimentos, sendo que 1 kcal equivale a 4,2 kJ.
✓Carboidratos: São os componentes dos alimentos cuja principal função é fornecer a energia para as células do corpo, principalmente do cérebro. São encontrados em maior quantidade em massas, arroz, açúcar, mel, pães, farinhas, tubérculos (como batata, mandioca e inhame) e doces em geral.
✓Proteínas: São componentes dos alimentos necessários para construção e manutenção dos nossos órgãos, tecidos e células. Encontramos nas carnes, ovos, leites e derivados, e nas leguminosas (feijões, soja e ervilha)
✓Gorduras Totais: As gorduras são as principais fontes de energia do corpo e ajudam na absorção
das vitaminas A, D, E e K. As gorduras totais referem-se à soma de todos os tipos de gorduras encontradas em um alimento, tanto de origem animal quanto de origem vegetal.
✓Gorduras Saturadas: Tipo de gordura presente em alimentos de origem animal. São exemplos: carnes,
toucinho, pele de frango, queijos, leite integral, manteiga, requeijão, iogurte. O consumo desse tipo de gordura deve ser moderado porque, quando consumido em grandes quantidades, pode aumentar o risco de desenvolvimento de doenças do coração. Alto %VD signifi ca que o alimento apresenta grande
quantidade de gordura saturada em relação à necessidade diária de uma dieta de 2000 Kcal.
✓Gorduras Trans ou Ácidos Graxos Trans: Tipo de gordura encontrada em grandes quantidades em alimentos industrializados como as margarinas, cremes vegetais, biscoitos, sorvetes, snacks (salgadinhos
prontos), produtos de panifi cação, alimentos fritos e lanches salgados que utilizam as gorduras vegetais hidrogenadas na sua preparação. O consumo desse tipo de gordura deve ser muito reduzido, considerando que o nosso organismo não necessita desse tipo de gordura e ainda porque, quando consumido em grandes quantidades, pode aumentar o risco de desenvolvimento de doenças do coração. Não se deve consumir mais que 2 gramas de gordura trans por dia.
Obs: O nome trans é devido ao tipo de ligações químicas que esse tipo de gordura apresenta.
✓Fibra Alimentar: Está presente em diversos tipos de alimentos de origem vegetal, como frutas, hortaliças, feijões e alimentos integrais. A ingestão de fibras auxilia no funcionamento do intestino. Procure consumir alimentos com alto %VD de fibras alimentares!
✓Sódio: Está presente no sal de cozinha e alimentos industrializados (salgadinhos de pacote, molhos prontos, embutidos, produtos enlatados com salmoura) devendo ser consumido com moderação uma vez que o seu consumo excessivo pode levar ao aumento da pressão arterial. Evite os alimentos que possuem alto
%VD em sódio.
Ficou alguma dúvida sobre os Rótulos? Mande sua pergunta: clarapcostafonseca@yahoo.com.br
Fonte:
http://www.anvisa.gov.br/alimentos/rotulos/manual_consumidor.pdf
Quais as informações obrigatórias da Tabela Nutricional:
✓Porção: É a quantidade média do alimento que deve ser usualmente consumida por pessoas sadias a cada vez que o alimento é consumido, promovendo a alimentação saudável.
✓Medida Caseira: Indica a medida normalmente utilizada pelo consumidor para medir alimentos.
Por exemplo: fatias, unidades, pote, xícaras, copos, colheres de sopa.
✓%VD: Precentual de Valores Diários (%VD) é um número em percentualque indica o quanto o produto em questão apresenta de energia e nutrientes em relação a uma dieta 2000 calorias.
Quais os itens que encontramos na Tabela Nutricional:
✓Valor Energético: É a energia produzida pelo nosso corpo proveniente dos carboidratos, proteínas e gorduras totais. Na rotulagem nutricional o valor energético é expresso em forma de quilocalorias (kcal) e quilojoules (kJ).
Obs: Quilojoules (kJ) é outra forma de medir o valor energético dos alimentos, sendo que 1 kcal equivale a 4,2 kJ.
✓Carboidratos: São os componentes dos alimentos cuja principal função é fornecer a energia para as células do corpo, principalmente do cérebro. São encontrados em maior quantidade em massas, arroz, açúcar, mel, pães, farinhas, tubérculos (como batata, mandioca e inhame) e doces em geral.
✓Proteínas: São componentes dos alimentos necessários para construção e manutenção dos nossos órgãos, tecidos e células. Encontramos nas carnes, ovos, leites e derivados, e nas leguminosas (feijões, soja e ervilha)
✓Gorduras Totais: As gorduras são as principais fontes de energia do corpo e ajudam na absorção
das vitaminas A, D, E e K. As gorduras totais referem-se à soma de todos os tipos de gorduras encontradas em um alimento, tanto de origem animal quanto de origem vegetal.
✓Gorduras Saturadas: Tipo de gordura presente em alimentos de origem animal. São exemplos: carnes,
toucinho, pele de frango, queijos, leite integral, manteiga, requeijão, iogurte. O consumo desse tipo de gordura deve ser moderado porque, quando consumido em grandes quantidades, pode aumentar o risco de desenvolvimento de doenças do coração. Alto %VD signifi ca que o alimento apresenta grande
quantidade de gordura saturada em relação à necessidade diária de uma dieta de 2000 Kcal.
✓Gorduras Trans ou Ácidos Graxos Trans: Tipo de gordura encontrada em grandes quantidades em alimentos industrializados como as margarinas, cremes vegetais, biscoitos, sorvetes, snacks (salgadinhos
prontos), produtos de panifi cação, alimentos fritos e lanches salgados que utilizam as gorduras vegetais hidrogenadas na sua preparação. O consumo desse tipo de gordura deve ser muito reduzido, considerando que o nosso organismo não necessita desse tipo de gordura e ainda porque, quando consumido em grandes quantidades, pode aumentar o risco de desenvolvimento de doenças do coração. Não se deve consumir mais que 2 gramas de gordura trans por dia.
Obs: O nome trans é devido ao tipo de ligações químicas que esse tipo de gordura apresenta.
✓Fibra Alimentar: Está presente em diversos tipos de alimentos de origem vegetal, como frutas, hortaliças, feijões e alimentos integrais. A ingestão de fibras auxilia no funcionamento do intestino. Procure consumir alimentos com alto %VD de fibras alimentares!
✓Sódio: Está presente no sal de cozinha e alimentos industrializados (salgadinhos de pacote, molhos prontos, embutidos, produtos enlatados com salmoura) devendo ser consumido com moderação uma vez que o seu consumo excessivo pode levar ao aumento da pressão arterial. Evite os alimentos que possuem alto
%VD em sódio.
Ficou alguma dúvida sobre os Rótulos? Mande sua pergunta: clarapcostafonseca@yahoo.com.br
Fonte:
http://www.anvisa.gov.br/alimentos/rotulos/manual_consumidor.pdf
01 fevereiro 2013
Rótulos de Alimentos
Depois de assistir o documentário Muito Além do Peso, um dos pontos que me chamou atenção foi a dificuldade que as pessoas tem de entender os rótulos dos alimentos. De fato, eles são cheios de "pegadinhas"e nomes estranhos. No consultório costumo orientar os pacientes em ter o hábito de olhar os rótulos e muitas vezes eles levam as embalagens dos produtos que costumam comprar, para que eu olhe e veja se de fato são benéficos. E foi pensando nisso tudo que elaborei o post de hoje do Blog.
"No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA é o órgão responsável pela regulação da rotulagem de alimentos que estabelece as informações que um rótulo deve conter, visando à garantia de qualidade do produto e à saúde do consumidor."
"Dados recentes levantados junto à população que consulta o serviço Disque-Saúde do Ministério da Saúde demonstram que aproximadamente 70% das pessoas consultam os rótulos dos alimentos no momento da compra, no entanto, mais da metade não compreende adequadamente o significado das informações"
Vamos começar pelo que costuma nos trazer maiores dúvidas, a lista de Ingredientes. Nela vamos conhecer tudo que estaremos ingerindo, e ela é de suma importância.
1)Lista de Ingredientes: a lista é feita em ordem decrescente, ou seja, do ingrediente em maior quantidade para o de menor quantidade. Aqui você vai encontar aqueles nomes estranhos, como: acidulante, edulcorantes entre outros.
*Edulcorantes: São os nossos conhecidos adoçantes.
*Acidulantes: São substâncias adicionadas a gêneros alimentícios com a função de intensificar o gosto ácido (azedo) de alimentos e bebidas. Também influem na conservação microbiológica dos alimentos.
*Antiumectante: são substâncias capazes de reduzir as características higroscópicas (que absorvem a umidade do ar) dos alimentos, ou seja, impedem que as partículas individuais dos alimentos juntem-se às outras devido à umidade
*Antioxidantes: São substâncias usadas nos alimentos principalmente com a função de conservação.
*Umectantes: Usados para manter a umidade do produto.
*Estabilizantes: Ajuda na retenção da água, o que deixará o produto mais fresco e úmido por muito mais tempo.
Informações sobre o que esses compostos podem trazer ao nosso organismo você encontra nesse post do blog: Aditivos: Você sabe o que está comendo?
2)Origem: No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA é o órgão responsável pela regulação da rotulagem de alimentos que estabelece as informações que um rótulo deve conter, visando à garantia de qualidade do produto e à saúde do consumidor.
3)Prazo de Validade: Os produtos devem apresentar pelo menos o dia e o mês quando o prazo de validade for inferior a três meses; o mês e o ano para produtos que tenham prazo de validade superiora três meses. Se o mês de vencimento for dezembro, basta indicar o ano, com a expressão “fi m de...... “ (ano).
4)Conteúdo Líquido: Indica a quantidade total de produto contido na embalagem. O valor deve ser expresso em unidade de massa (quilo) ou volume (litro).
5)Lote: É um número que faz parte do controle naprodução. Caso haja algum problema, o produto pode ser recolhido ou analisado pelo lote ao qual pertence.
6)Informação Nutricional Obrigatória: É a tabela nutricional. Sua leitura é importanteporque a partir das informações nutricionais você pode fazer escolhas mais saudáveis para você e sua família.
No próximo Post vamos falar em mais detalhes sobre a Tabela de Informações Nutricionais!
Fontes:
Marcadores:
Blog,
Rótulos dos Alimentos,
Sem Aditivos Químicos
29 janeiro 2013
Orgânicos para uma Vida Saudável
Imagem: Korin
Até mesmo quando consumimos nossos legumes e verduras, estamos ingerindo uma quantidade de agrotóxicos, antibióticos e outros produtos químicos.
"É necessário uma avaliação cuidadosa sobre os "bons resultados" obtidos pelo uso indiscriminado de agrotóxicos, que têm caráter passageiro e acarretam graves conseqüências ao meio ambiente.
A impregnação de resíduos químicos nos alimentos, a alteração do verdadeiro sabor dos mesmos, o comprometimento da saúde do lavrador, que manipula tais produtos, e do consumidor, além da contaminação de mananciais, leitos de rios, lençóis freáticos, enfim da ampla degradação ambiental que afeta toda a cadeia alimentar.
O uso de agroquímicos foi difundido e intensificado como prática convencional a partir da Primeira Grande Guerra Mundial, época em que a escassez de alimentos impulsionou a produção agrícola em larga escala e em tempo acelerado, o que promoveu um impacto ambiental devastador.
A aplicação de agroquímicos no solo altera seu ciclo natural e causa desequilíbrio biológico em função da eliminação de microrganismos fundamentais ao desenvolvimento das plantas que, com suas características modificadas, tornam-se dependentes dos produtos químicos."
A aplicação de agroquímicos no solo altera seu ciclo natural e causa desequilíbrio biológico em função da eliminação de microrganismos fundamentais ao desenvolvimento das plantas que, com suas características modificadas, tornam-se dependentes dos produtos químicos."
A agricultura Orgânica tem diferentes correntes que vem crescendo pelo mundo todo.
Dentre elas temos: a agricultura biodinâmica, biológica, orgânica, natural, permacultura, agroecologia.
Vou descrever duas delas a Orgânica e a Natural.
Agricultura Orgânica:
Dentre elas temos: a agricultura biodinâmica, biológica, orgânica, natural, permacultura, agroecologia.
Vou descrever duas delas a Orgânica e a Natural.
Agricultura Orgânica:
"O pesquisador Albert Howard, considerado o pai da agricultura orgânica, trabalhou na Índia, a serviço da Inglaterra, na estação experimental de Pusa, e começou a observar a maneira que os camponeses indianos reciclavam materiais orgânicos para fazer compostos e utilizar na agricultura, evitando o uso de fertilizantes químicos. Howard percebeu a melhor qualidade do solo e das plantas nele cultivadas e que os animais dos camponeses não adoeciam, enquanto os da estação experimental, apesar dos vários métodos sanitários empregados, eram mais suscetíveis às enfermidades.
Em 1940, Howard publicou o clássico da agricultura orgânica, “Um Testamento Agrícola”. Na Inglaterra, Lady E. Balfour publicou “The Living Soil" (1943) e fundou a Soil Association, fatos que ajudaram a divulgar as ideias de Howard. Jerome Irving Rodale popularizou as ideias de Howard nos EUA. No ano de 1979, a agricultura orgânica foi regulamentada nos estados de Oregon, Maine e Califórnia e a partir daí os alimentos orgânicos puderam ser rotulados como tal. Em 1984 a agricultura orgânica foi reconhecida pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. O Brasil assumiu esse termo como genérico, assim como a Inglaterra e os EUA."
Agricultura Natural:
Mokiti Okada foi um empresário bem-sucedido, até que houve uma grande crise financeira na década de 1920 no Japão. A partir daí, começou a estudar filosofia, artes e agricultura. Observando os problemas na agricultura japonesa, deu início a experimentos de campo. Em 1935, criou a religião messiânica, que tem como um dos alicerces a agricultura natural, cuja prática respeita as leis da natureza, alicerçada nos princípios da “verdade, do bem e do belo”, e divulga que a arte e os alimentos produzidos sem produtos químicos têm o poder de purificar o espírito e o corpo.
As principais práticas recomendadas pela agricultura natural são: rotação de culturas, o uso de adubos verdes e a cobertura morta (restos de vegetais) sobre o solo. No que se refere ao controle de pragas e doenças, aconselha-se a manutenção das características naturais do ambiente, a melhoria das condições dos solos e, portanto do estado nutricional dos vegetais, o emprego de inimigos naturais de pragas e, em último caso, a utilização de produtos naturais não poluentes.
A agricultura natural, mesmo defendendo a reciclagem de matéria orgânica nos processos produtivos, evita o uso de matéria orgânica de origem animal. Essa agricultura se fortaleceu no Japão e se expandiu pelo mundo. A Fundação Mokiti Okada no Brasil foi instituída em 19 de janeiro de 1971.
De fato, os valores dos alimentos Orgânicos são muitas vezes elevados, se comparados aos da agricultura tradicional, porém cabe avaliar os danos ao nosso organismo ao longo prazo que os alimentos da agricultura tradicional podem trazer e os benefícios para saúde que seu consumo parcial ou total dos alimentos Orgânicos podem nos oferecer.
"A agricultura orgânica no Brasil é controlada, ou seja, para se produzir e comercializar produto orgânico é necessário se submeter ao controle do MAPA através de um critério de certificação, ou melhor, na verdade são três mecanismos de controle da qualidade orgânica. Existe um selo oficial do governo identificando o “produto orgânico” na rotulagem de embalados, assim como os modelos de produção biodinâmico, natural, orgânico, biológico, entre outros, são abrangidos pelo sistema. "
"A agricultura orgânica no Brasil é controlada, ou seja, para se produzir e comercializar produto orgânico é necessário se submeter ao controle do MAPA através de um critério de certificação, ou melhor, na verdade são três mecanismos de controle da qualidade orgânica. Existe um selo oficial do governo identificando o “produto orgânico” na rotulagem de embalados, assim como os modelos de produção biodinâmico, natural, orgânico, biológico, entre outros, são abrangidos pelo sistema. "
Existe ainda a certificação de Bem Estar Animal da HFAC – Humane Farm Animal Care - que é um protocolo de certificação conferido às empresas produtoras que implantam e seguem normas rigorosas com relação ao Bem Estar Animal. Uma das únicas empresas certificadas no país, é a Korin Agropecuária.
Onde encontrar orgânicos? Clique Aqui
Onde encontrar orgânicos? Clique Aqui
Marcadores:
Blog,
Orgânicos,
Sem Aditivos Químicos
22 janeiro 2013
Muito Além do Peso
Essa manhã recebi o link para esse documentário.
É muito importante que cada um de vocês vejam e reflitam sobre o tema apresentado.
Como o próprio título diz, é uma questão MUITO ALÉM DO PESO.
Fiquei muito perplexa e confesso, triste. Para mim, como profissional, esse documentário veio expressar por meio de imagens o que explico diariamente em meu consultório para pais, crianças e adultos.
É grave e muito sério. Não estamos falando de estética, estamos falando de saúde.
Vejam até o final, o documentário é meio longo, mas muitíssimo válido.
Vamos começar a mudar hoje, agora. Não temos tempo a perder!!!
Contem comigo para dar o primeiro passo.
Marcadores:
Blog,
Lanche Infantil,
Obesidade Infantil
05 janeiro 2013
Inchada! E agora?
Muitas pacientes minhas reclamam do inchaço constante. Ele pode existir por motivos diversos, e a alimentação pode ajudar a melhorar e reduzir esse sintoma.
A sugestão é colocar um suco anti-inchaço no lanche da tarde.
Inchaço nunca mais!!!
Suco I - Diurético, bom para redução de gordura abdominal, antioxidante, desintoxicante, anti-celulite, ajuda a melhorar dores articulares e musculares.*1 xícara de melão cantaloupe em cubinhos
*1/2 cenoura
*50 ml de chá de erva-doce
*100ml de água

Suco II - Rico em vitamina C e antioxidantes, diurético e tranquilizante.
*6 morangos orgânicos
*1 colher de sobremesa de salsinha
*1 colher de sopa de aipo
*150ml de água

Suco III - Diurético, desintoxicante e estimula a produção de colágeno.
*150ml de chá de hibiscos
*1/2 suco de limão
*6 morangos orgânicos
Suco IV - Contém vitaminas A, C, E e K e complexo B, diurético, antioxidantes, favorece a circulação linfática, evitando a retenção de líquido e celulite.
*Suco de 1 lima da pérsia
*1 xícara de melancia em cubinhos
*3 folhas de hortelã
*150ml de água
Receitas: Blog Patrícia Davidson
Assinar:
Postagens (Atom)








